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Ergonomia em ferramentas para construção. Veja porque vale a pena investir.

A ergonomia é definida como a adaptação do trabalho ao homem. Segundo a Ergonomics Research Society, “Ergonomia é o estudo do relacionamento entre o homem e seu trabalho, equipamento e ambiente, e particularmente a aplicação dos conhecimentos de anatomia, fisiologia e psicologia na solução dos problemas surgidos desse relacionamento”.

Neste quesito, as ferramentas “leves” para construção têm evoluído muito e se tornado realmente mais leves (realmente, sem aspas). Novos materiais, maior aproveitamento da energia e design mais ergonômico têm contribuído para isso. Operadores que usam ferramentas de última geração sentem grande diferença em relação àquelas mais antigas. Mais fáceis de manusear, cansam menos, rendem mais. Mas e para o negócio em si, qual a vantagem?

Essencialmente em dois níveis:

- Produtividade: por mais eficiente que seja, a ferramenta depende da correta operação de seu usuário. Se ele estiver desgastado, inexoravelmente vai render menos. E a qualidade do trabalho em situações que exigem atenção para o acabamento, irá ser comprometida. Não se trata de trabalhar mais, o turno de trabalho terá sempre a mesma quantidade de horas, mas, se tomarmos por exemplo uma atividade com rompedor manual, certamente o volume de material removido será maior se o operador tiver mais agilidade e estiver em sua plenitude física.

- Custos de mão de obra: a incidência de LER na indústria de construção civil sempre será um importante desafio a ser enfrentado, gerando custos de manutenção do colaborador lesionado e interrupções no processo produtivo para troca do mesmo. Menos comuns, porém mais graves, são os casos nos quais tais tipos de lesão levam a lides na justiça do trabalho. Um estudo realizado durante quatro anos na Construtora Mendes Júnior, mostrou que cada afastamento pode custar até 134 mil reais à empresa. (fonte: SINDUSCON/PR). Quanto mais ergonômico o equipamento, menor o esforço exigido e menores as chances de um impacto negativo na saúde do trabalhador. Sem falar que, de modo geral, ferramentas para construção pensadas para atender à essa necessidade, em geral também são mais silenciosas, e problemas auditivos também são uma preocupação constante na indústria.

É possível perceber portanto, sem precisar fazer muitas contas, que investir um pouco mais em ferramentas mais modernas e com projetos ergonômicos é uma estratégia inteligente e fator decisivo na escolha do fornecedor de equipamentos.

 
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